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Empresário de Chapecó é preso após Operação Manobra de Osler

  • joracidelima
  • 13 de abr. de 2017
  • 2 min de leitura

Ele foi detido preventivamente em Entre Rios (RS) e levado para presídio de Chapecó. O empresário Josemar Weirich, marido da ex-secretária de Saúde e vereadora de Chapecó Cleidenara Weirich (PSD), foi preso preventivamente na terça-feira (11). A prisão é um desdobramento da Operação Manobra de Osler, que investiga o desvio de dinheiro do Sistema Único de Saúde (SUS). Cleidenara Weirich foi a vereadora mais votada, mas não pode exercer o cargo por causa das investigações desta operação. Ela tomou posse do cargo três meses após a diplomação para não perder o mandato, mas quem ocupa o cargo é o suplente. O mandado de prisão preventiva foi expedido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região e o documento destaca que a decisão pela prisão preventiva é para garantia da ordem pública e conveniência da instrução criminal, ou seja, para que novos crimes não ocorram nesse período. Na semana passada, a Justiça Federal acolheu a denúncia do Ministério Público Federal e a ex-secretária, o marido e mais quatro pessoas se tornaram réus no processo que apura fraudes no SUS, na primeira etapa da operação “Manobra de Osler”. Josemar Weirich foi detido em Entre Rios do Sul (RS) e encaminhado para o presídio de Chapecó. A RBS TV tentou contato com os advogados que defendem o empresário, mas não foi atendida. Crimes Em novembro de 2016, a investigação focou em uma ou duas clínicas, mas, no decorrer da apuração, percebeu-se que outras também estariam envolvidas. De acordo com o MPF, as suspeitas são de pagamentos por exames e procedimentos desnecessários ou que não foram feitos. O volume de recursos destinados a apenas uma dessas clínicas atingiu quase R$ 3 milhões em 2016. São investigados crimes como peculato, dispensa indevida de licitação, falsidade ideológica e associação criminosa. Na primeira fase da operação, foram cumpridos mandados na Secretaria Municipal de Saúde, em uma clínica de medicina hiperbárica, no Consórcio Intermunicipal de Saúde de Chapecó (Cis-Amosc) e na casa e empresas dos suspeitos.

Fonte: G1

Publicada por Joraci de Lima

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