Após ser espancada, mulher fica 6 dias internada e morre; ex-companheiro é preso
- joracidelima
- 23 de out. de 2018
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Segundo a Polícia Civil, homem invadiu a casa e agrediu a vítima na cabeça e nos braços.
Uma mulher de 29 anos morreu na segunda-feira (22) após ficar seis dias internada no hospital em Laguna, no Sul catarinense, vítima de espancamento. Segundo a Polícia Civil, o suspeito do crime é o ex-companheiro de Camila Silva Alves, que está preso. Ele já tem passagens por violência doméstica contra familiares e deve ser indiciado por feminicídio.
O crime ocorreu por volta das 20h do dia 16 de outubro no bairro Barbacena. Segundo a Polícia Militar, a filha da vítima acionou os policiais depois que o homem invadiu a casa e provocou as agressões. A mulher foi encontrada com ferimentos na cabeça e nos braços. Ela estava desacordada e caída no chão da cozinha.
Os bombeiros levaram a vítima para atendimento no hospital da cidade. No entanto, por causa da gravidade do caso, ela precisou ser transferida para a cidade vizinha, onde permaneceu internada no Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Tubarão.
O laudo com a causa da morte ainda não foi divulgado. Até as 13h, o corpo estava no Instituto Médico Legal (IML) e deve passar por perícia.
Camila deixa três filhos e até esta publicação não havia informações de onde irá ocorrer o velório e o enterro.
Investigação
No dia do crime, o ex-companheiro da vítima foi preso pela Polícia Militar na casa do pai dele, escondido nos fundos de um rancho.
Segundo o delegado Franco Gomes Reginato, da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcami), o suspeito foi preso preventivamente em Laguna e depois transferido para Criciúma.
"Eles tinham se separado recentemente quando o fato ocorreu. Ele já tem passagem por crime de violência doméstica contra familiares e deve ser indiciado por feminicídio. Estamos aguardando a chegada do laudo de necropsia para concluir o caso", explicou.
A expectativa é que o laudo chegue até a quarta-feira (23) na delegacia, de acordo Reginato. Ele também afirmou que fez diligências no local do crime e que analisou os depoimentos de testemunhas.
Foto: Reprodução/ Facebook
Fonte: G1
Publicação Joraci de Lima




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