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Três são condenados a mais de 50 anos de prisão por assassinato de empresário em Florianópolis

  • joracidelima
  • 17 de abr. de 2019
  • 2 min de leitura

O crime ocorreu no dia 18 de agosto em 2016, no Parque Estadual do Rio Vermelho, por causa de uma dívida de aluguel cobrada na Justiça.

Três homens foram condenados a mais de 50 anos de prisão por homicídio qualificado contra um empresário de São José, na Grande Florianópolis. Ele foram à Júri, na capital, na terça-feira (16) e a sessão foi presidida pelo juiz de direito Renato Mastella. O crime ocorreu no dia 18 de agosto em 2016, no Parque Estadual do Rio Vermelho, por causa de uma dívida de aluguel cobrada na Justiça.

De acordo com Tribunal de Justiça (TJ), o mandante foi condenado a 19 anos e 20 dias de reclusão; o responsável por atrair a vítima recebeu 18 anos e oito meses de reclusão e o autor dos disparos a mais 18 anos e oito meses, todos no regime fechado, sem o direito de recorrer em liberdade.

Um quarto homem, que também foi à Júri, foi absolvido pelo Conselho de Sentença. Conforme o TJ, não havia prova suficiente para a condenação.

O mandante foi sentenciado pelas qualificadoras do motivo torpe e por impossibilitar ou dificultar a defesa da vítima, além de ser reincidente pelo crime de receptação. Já os homens responsáveis pelos disparos e pela emboscada tiveram as qualificadoras pela promessa de recompensa e também por impossibilitar a defesa da vítima. O autor dos tiros já foi condenado por roubo e o terceiro homem também já foi sentenciado por porte ilegal de arma.

O crime

Segundo o TJ, o mandante do crime tinha uma dívida com a vítima. Ele pediu para que um amigo arrumasse dois homens para executar o empresário. O valor acertado foi o total de R$ 15 mil.

Os executores se passaram por pessoas interessadas em fazer negócio com empresário do setor imobiliário. Eles marcaram um encontro com a vítima na Avenida das Torres, em São José.

Os homens levaram a vítima até o Parque Estadual do Rio Vermelho, onde o empresário foi obrigado a sair do carro e caminhou por 600 metros em uma trilha, até ser atingido por dois disparos de arma de fogo.

Os assassinos ainda roubaram o veículo e o celular da vítima, que chegou a ser usado pela esposa de um deles.

O mandante fez o primeiro pagamento no valor de R$ 12 mil e completou o restante com um carro, sem procedência, que deveria ser vendido por R$ 3 mil.

Por meio de interceptação telefônica, os policiais identificaram uma conversa onde um dos executores fala com uma mulher e diz que tem um dinheiro para receber em função de um homicídio.

Foto: TJ/Divulgação

Fonte: G1

Publicação Joraci de Lima

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